http://www.soropositivo.org   Hoje em dia em todas as sociedades, e talvez especialmente na maioria dos países em desenvolvimento, as famílias têm uma responsabilidade importante no que diz respeito ao cuidado dos doentes, e há claras evidências de seu papel fundamental no apoio e no cuidado às pessoas com HIV e AIDS (Aggleton & Warwick, 1999; Warwick et ai., 1998; World Bank, 1997).

Lamentavelmente, no contexto da epidemia de HIV/AIDS, nem todas as respostas familiares são positivas — pelo contrário, o oposto é o mais comum. Pessoas infectadas e membros das famílias ainda sofrem estigma e discriminação dentro dos seus lares e é comum que mulheres (Bharat & Aggleton, 1999) e parentes que não são heterossexuais (Castro et a/., 1998a, 1998b) sejam mais comumente discriminados do que crianças ou homens.
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