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Rio - A não-concessão de patente pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para o anti-retroviral Tenofovir, usado no coquetel para pacientes com AIDS, poderá reduzir o gasto do Ministério da Saúde com a importação do medicamento dos atuais US$ 43 milhões para US$ 8,1 milhões por ano.
"Uma economia anual de US$ 35 milhões", salientou hoje (2), em entrevista à Agência Brasil, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Felippe Nery Guimarães. O Tenofovir é fabricado pela empresa Gilead, do Canadá, que teve o pedido de patente indeferido pelo INPI por não apresentar "atividade inventiva", como assinalou o presidente do INPI, Jorge Ávila.
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