http://www.soropositivo.org   O estudante de filosofia, Kleber Mendes (25), soro positivo, disse que para ele “ao descobrir a doença o primeiro diagnóstico foi um atestado de óbito”. Há nove anos, Kleber convive com a descoberta, ainda não faz uso de medicamentos, mas faz questão de participar de grupos de discussão sobre o tema. Além da Pastoral da Aids, o estudante também integra a Rede Nacional de Jovens Vivendo com HIV/AIDS.

Gatyane Fontes (32), coordenadora da Ong Semente da Vida – voltado a travestis, transexuais e transgêneros vivendo com HIV/Aids – ressalta que “é preciso combater principalmente o preconceito sobre a doença e seus portadores. Queremos ter visibilidade para poder andar com a cabeça erguida”. De acordo com ela, a primeira reação é de susto. “Mas decidi me cuidar. Com Aids, você acaba aprendendo a se amar ainda mais”, enfatiza.
Segundo os organizadores, mais de 120 pessoas confirmaram presença no evento. Durante as mesas-redondas serão discutidos temas como prevenção positiva, direitos humanos, políticas públicas e controle social, entre outros.
Comentar   Avise seus amigos   Ruim

Comentários Quem Votou Relacionados