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Embora o tratamento anti-retroviral (TARV) seja uma intervenção que salva vidas e recomendada a todas as crianças seropositivas para o VIH, nos países com recursos limitados, as crianças mais pequenas que iniciam TARV não apresentam uma supressão da carga viral tão eficaz quando comparadas com as crianças que iniciam este tipo de medicação mais tarde, de acordo com os resultados de um estudo sul-africano apresentado na Conferência Mundial de SIDA, na Cidade do México.
Os investigadores não sugeriram o adiamento da introdução da medicação anti-retroviral, dado que os benefícios do tratamento são indiscutíveis.
“Precisamos de determinar a razão pela qual as crianças mais novas não conseguem suprimir a carga viral do VIH, no sentido de melhorar as possibilidades de manter uma resposta duradoura e sustentada” afirmou Vincent Kgakgadi, o administrador chefe da Empilweni HIV Clinic do Coronation Hospital de Joahannesburg, África do Sul.
Tratamento anti-retroviral para as crianças nos países com recursos limitados
“Tratamentos eficazes para as crianças infectadas pelo VIH e recomendações agressivas de tratamento têm prolongado a vida e melhorado a qualidade de vida”, afirmou a Dr.a Lynne Mofenson do NIH americano, que coordenou a sessão dedicada aos aspectos clínicos relacionados com as crianças infectadas pelo VIH. Referiu que nos EUA, a média de idade das crianças seguidas nas clínicas pediátricas é agora de 14,8 anos. “As crianças dos países com recursos limitados respondem
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