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O número de pessoas que morrem vítimas da Aids vem crescendo nos últimos anos no Estado. Em 2005, foram registradas 121 mortes e, já no ano seguinte, 147 pessoas morreram com a doença. Em 2007, ocorreram 155 falecimentos. O diagnóstico tardio e o descuido com o tratamento são os principais fatores causadores da morte precoce.
Vanda Assad, coordenadora do programa DST/Aids de Dourados, afirma que o tratamento seguido com todo o rigor garante ao indivíduo uma expectativa de vida maior, prova disso que o programa possui pacientes há mais de 20 anos.
De acordo com a coordenadora, a mortalidade entre os jovens está relacionada principalmente pelo descuido com o tratamento.
“Por mais que seja feito um trabalho de atenção muitos deles se descuidam e rejeitam o tratamento. Depois do óbito, a família procura o núcleo para devolver os remédios não utilizados, muitos inclusive com o prazo de validade vencido”, afirmou.
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