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Nada mais justo que escolher um domingo, dia de desocupação e “dolce far niente” para falar de amor.
Com isso eu não quero dizer que o amor é uma coisa de vagabundos, é claro.
Mas pode ser colocado como um sentimento vagabundo. Ah sim, isso pode.
Mas a doçura do sentimento dá mesmo esta vontade de nada fazer e quedar-se a amar e, amando, nada mais fazer senão amor.
Ouvi em algum lugar que “o amor é estranho, descontrolado”; em outro, “que esta é a história de um amor como nunca se viu outro igual…”; mas adiante, ouvi a declaração: “pensa que aqui estarei te esperando ***hasta*** que tu decidas regressar…”; em mais outro ouvi que “a gente por amor põe a mão em cumbuca…”; em outro, ouvi que “… falta você em mim…”
Também li um poema, em castelhano, que não saberei replicar, que diz, mais ou menos assim
Ao perder-te eu a ti.
Tu e eu temos perdido.
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Ruim
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